quarta-feira, 16 de setembro de 2009

História do Trânsito Brasileiro

Veja a progressão de acontecimentos no trânsito brasileiro.

1854 – Primeira locomotiva a vapor do Brasil, Estrada de Ferro Mauá, ligando Rio de Janeiro a Raiz da Serra, perto de Petrópolis.

1856 – 12 de março, Decreto n.º 1.733 autoriza a primeira concessão de transportes urbanos que se locomovem por meio de animais sobre trilhos de ferro no Rio de Janeiro.

1858 – 9 de fevereiro, segunda estrada de ferro do Brasil, em Pernambuco, Estrada de Ferro D. Pedro II, ligando Pernambuco ao São Francisco, atual Central do Brasil.

1867 – Estrada de Ferro Santos-Jundiaí

1868 – 9 de outubro, inaugurada no Rio de Janeiro a primeira linha de bonde no Brasil, eram puxados por tração animal.

1871 – Estrada de Ferro União Valenciana, na província do Rio de Janeiro.

1874 – Estrada de Ferro Leopoldina, ligando Porto Alegre a São Paulo.

1888 – Patente primeiros pneus para bicicletas, posteriormente desenvolvido para veículos- John Dunlop.

1891 – Henrique Santos Dumont (irmão de Alberto) trouxe de Paris o 1º carro a circular no país, em São Paulo. Peugeot com motor Daimler de patente alemã.

1894 – 12 de maio, inaugurado o primeiro bonde elétrico, na cidade do Rio de Janeiro.

1898 – As bicicletas eram importadas

1900 – Em Petrópolis, Rio de Janeiro, Fernando Guerra Duval, dirige o primeiro carro de motor a explosão, um Decauville de 6 cavalos, movido a benzina.

1903 – Em São Paulo, Francisco Matarazzo, licenciava o primeiro automóvel no Brasil.

1904 – Primeiros veículos da Ford a serem importados.

1917 – I Congresso nacional de Estradas de Rodagem

1919 – Em 24 de Abril, a Ford Motor Company em Detroit (EUA) decide criar subsidiária no Brasil.

1925 – Montagem Linha GM.

1927 – Henry Ford plantou imensos seringais no Pará, para abastecer de borracha suas fábricas, construiu Fordlândia, no Médio Tapajós, em 1934, uma praga arrasou dois milhões de seringueiras. O Sr. Ford insistiu e começou tudo de novo, a 80 quilômetros, construindo Belterra e tudo se repetiu. Fordlândia hoje é uma cidade fantasma e Belterra, com um pequeno número de habitantes, mantém os ares de uma pacata cidade do velho oeste.

1928 – 24 de julho, Decreto n.º 18.323 cria a "Polícia de Estradas" e define as regras de trânsito rodoviário da época.

1930 – Implantações das placas de trânsito no Brasil.

1940 – 250 mil veículos, frota circulante entre importados e montados no Brasil (atualmente a frota é de 30.939.466 veículos).

1941 – 28 de janeiro, Decreto-lei n.º 2.994 institui o primeiro Código Nacional de Trânsito.

1949 – Começou a produção de bicicletas no país, pela Caloi.

1950 – A Volkswagen começa a montar o VW Sedan, o popular "Fusca", com componentes importados da Alemanha.

1952 – 28 de Fevereiro, criado, em Curitiba, o Batalhão de Polícia de Trânsito, com o nome de Serviço de Guarda Sinaleira de Trânsito da Polícia Militar.

1959 – Inaugurada a Fernão Dias (BR-381), ligando São Paulo a Belo Horizonte, estimava um volume de tráfego de 1.500 veículos por dia, atualmente, na região de Mairiporã, em São Paulo, transitam 21.000 veículos ao dia.

1960 – No final de 1960, com a investida das fábricas japonesas no mercado internacional, as motocicletas voltaram a ter destaque no mercado brasileiro.

1967 – 23 de fevereiro, Decreto-lei n.º 237 modifica o Código Nacional de Trânsito e cria o Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN, integrante do Ministério da Justiça e Negócios Interiores.

1975 – 11 de novembro, Decreto n.º 76.593, com o objetivo de criar uma fonte alternativa de energia, o governo federal cria o Programa Nacional do Álcool – PROÁLCOOL. Em 1990, com a retirada dos subsídios federais à produção do álcool, o programa recuou e as indústrias reduziram a fabricação de veículos a álcool.

1986 – Criado pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente o Programa de Controle de Poluição por Veículos Automotores – PRONCOVE.

1997 – 23 de setembro, Lei n.º 9.503 institui o atual Código de Trânsito Brasileiro.

1999 – O Brasil possui 436 rodovias transitáveis, sendo 150 rodovias federais.

- Rodovias pavimentadas: 164.244 km (9.52%),

- Rodovias não pavimentadas: 1.560.678 km (90.40%).

O ônibus é um veículo que tem como principal função o transporte de passageiros. No Brasil, corresponde a 95% do transporte público coletivo. Por isso, releva-se alguns aspectos que deverão fazer parte de um ônibus, que se seguem:

  • Conforto (condições mínimas)
  • Disponibilidade de assentos
  • Condições de pontos e terminais
  • Segurança
  • Rapidez no tempo de viagem

Uma importante variável que possui grande influência para a definição do sistema público de transporte coletivo é o custo. Os custos se referem à implantação e à manutenção do sistema. Entretanto, se aplicado em áreas com grande densidade populacional, o ônibus é considerado um meio eficaz e econômico de transporte. Mesmo assim, deve-se lembrar dos gastos com:

· A adaptação da pista (pontos, sinalizações horizontais, faixas exclusivas)

· Veículos (tipo, quantitativo, itinerário, tecnologias, manutenção, combustíveis)

· Mão-de-obra qualificada

A mão-de-obra qualificada é de extrema importância, e o motorista deve estar de acordo com as normas de sua empresa, sendo que esta tem a responsabilidade de fiscalizar. Vimos, no início deste ano, um grave acidente de ônibus em Porto Alegre. Segundo uma passageira, o motorista passou mal e perdeu o controle do veículo. Pelo que se averiguou, o condutor do veículo tinha diabetes. Uma irresponsabilidade sem tamanho. Tanto da empresa quanto do motorista. Por causa disso, duas pessoas morreram.

As tarifas cobradas nos ônibus são importantes para manter o sistema em funcionamento, além dos subsídios do Governo. Um fator que conta como crédito para a adoção desse sistema é a maior mobilidade no trânsito.

Apesar disso, o tráfego de ônibus possui seus defeitos. O ruído, vibrações, intrusão visual são alguns deles. A poluição atmosférica, nos ônibus, existe. Mas, comparando-se um ônibus para várias pessoas com um carro para uma apenas, há muita diferença. Por isso é aconselhado utilizar o ônibus.

Violência No Trânsito

O estresse é uma reação do organismo diante de qualquer situação que possa represente perigo ou tensão.Submetido a situações de perigo ao dirigir ou pressionado por fatores pessoais ou profissionais, o motorista pode manter-se quase permanentemente em estado de estresse: surgem sintomas como fadiga, sono irregular, nervosismo, impaciência e até mesmo o aparecimento de doenças e a agressividade. Cada vez mais vemos a prática de violência no trânsito, por razões nem sempre destacadas. A partir de uma discussão conseqüências ainda mais severas podem advir. Em casos, a impaciência e a agressividade é de tal forma que assume um caráter mortal. Muitas vezes, essas brigas acabam em mortes. Portanto, não brigue, não grite, não xingue, não ameace, nem faça gestos impróprios. Não responda a provocações, evite o pior. Veja as recomendações para não “irritar” ninguém, e impedir tragédias:

· Se alguém desejar ultrapassa-lo, facilite a manobra

· Não mude de pista sem sinalizar

· Tenha certeza de que não está fechando ninguém

· Não faça gestos obscenos

· Evite ficar buzinado insistentemente

· Não queira dar uma de esperto na hora de estacionar, não roube a vaga de ninguém e não ocupe o lugar onde caberiam dois veículos

Ajude a reter os índices! Não incentive a violência.

Congestionamentos

O congestionamento, conhecido popularmente por engarrafamento, refere-se a uma condição de trânsito, onde os veículos perdem a mobilidade em vias, onde ficam todos enfileirados.

Essa diminuição de fluxo e de movimento é causada pela ‘hora do rush’, pelos feriados ou por acidentes de trânsito. São Paulo desponta entre as cidades que possuem os piores engarrafamentos. São vistos congestionamentos com mais de 200 quilômetros de extensão. Em 10 de junho de 2009 as filas acumuladas da cidade alcançaram 293 km durante a hora do rush da noite, atingindo o recorde histórico jamais registrado.


Os engarrafamentos atingem ao psicológico do motorista, trazendo, muitas vezes, cansaço e estresse. Mas não só isso. Para toda uma cidade, representa perca de produtividade na economia. As horas perdidas todos os dias nos infinitos engarrafamentos implicam em custos bilionários.


Entre fevereiro de 2003 e fevereiro de 2008, o número de automóveis em São Paulo aumentou em grandes proporções. 768.931 unidades. Contudo, a necessidade de infra-estrutura aumentou de tal forma que os recursos oferecidos não foram capazes de supri-la. O custo que essa situação impõe é espantoso. Eles podem ser classificados em dois tipos: o tempo ocioso das pessoas no trânsito e os gastos pecuniários impostos à sociedade. O tempo ocioso das pessoas no trânsito, o “custo de oportunidade”, implica no valor da hora de trabalho. Em quatro anos, esse custo subiu 11 bilhões de reais, atingindo uma marca assustadora por ano. Quanto ao custo pecuniário, consideram-se os gastos relativos ao consumo de combustível, à poluição e ao aumento do custo do transporte de carga. Tudo isso totalizando, finalmente, mais de 7 bilhões de reais.


Não só em São Paulo, esses dados também vêm afetando muitas metrópoles brasileiras. Porto Alegre está entre uma das cidades do Brasil com maior congestionamento. O que falta realmente é um planejamento adequado de vias, o controle sobre a frota rodoviária e um investimento maior no transporte público. Muitas pessoas saem de casa horas antes de seus compromissos, e preferem ir a pé a ir dirigindo.

PARA DESCONTRAIR...


A circulação de Motos


Dados do Detran mostram que o número de motocicletas no Rio subiu de 83.755, em 2001, para 115.351, este ano. Não só no Rio, mas em todo país, a mesma proporção em que cresce o número de motociclistas, aumenta também a imprudência, o desrespeito às leis de trânsito e, conseqüentemente, o número de acidentes e mortes.


Um estudo do Ministério da Saúde feito em 2008, mostra que, em 16 anos, o número de mortes entre motociclistas aumentou mais de vinte vezes. Em 1990, os casos de acidentes se restringiam a baixos índices. Hoje, nossos indicadores apontam para 7.000 acidentes. As vítimas possuíam principalmente entre 20 e 29 anos e residiam em municípios com menos de 100 mil habitantes nas regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste.

Realmente, as mortes dos motociclistas estão, agora, em parâmetros inadequados e descomunais. Como fazer para tentarmos diminuir o número de mortes entre eles? Para acharmos a solução, é claro, devemos lembrar que, para adquirirmos uma moto, hoje em dia, é muito fácil. Teria de haver um sistema mais rigoroso de educação no trânsito para motociclistas. Além disso há uma polêmica que se refere a circulação de motos entre veículos. Um projeto de lei quer proibir os motociclistas de trafegar com suas motos no corredor formado entre carros, ônibus e caminhões. Segundo esse projeto, a motocicleta teria de manter uma distância lateral de um metro e meio dos veículos. Afinal, as maneiras para prevenir um acidente de motocicletas são as mesmas para um outro automóvel: respeitar a sinalização e sempre estar atento.

Problemas nas Estradas

Buracos, pavimento ruim, deterioração e falta de sinalização são os principais obstáculos enfrentados pelos motoristas nas estradas do Brasil. Segundo uma estatística, 74 % das rodovias brasileiras apresentam problemas como esses. Concluída no fim de 2007, esta constatação da CNT (Confederação Nacional do Transporte), avaliou cerca de 87 mil quilômetros de rodovias, incluindo todas as federais e os principais trechos sob gestão estadual.

Em termos gerais, as estradas que se apresentam de forma acidentada e irregular encontram-se no Norte e no Nordeste, enquanto as que se apresentam em melhores condições, no Sul e no Sudeste. A diferença ocorre devido ao maior volume de investimentos feito nessas duas últimas regiões.


De todas as vias, apenas 26% foram consideradas boas ou ótimas. Todos esses problemas, em geral, são absolutamente negativos ao nosso país. As rodovias, responsáveis por 60 % dos transportes de pessoas e carga no Brasil, freiam cada vez mais na “precariedade”, o que implica diretamente na “eficiência da movimentação no país”. A situação das estradas encarece o transporte e aumenta o tempo de viagem. Nos veículos de carga, esses custos extras são repassados ao produto e, conseqüentemente, quem paga a conta final somos nós. Mas as conseqüências vão além. Quantos acidentes vemos nos jornais, e muitas vezes, causados pela precariedade das estradas e da sinalização? Quantas mortes? Os prejuízos são incalculáveis.


Nas férias e feriados, milhares de pessoas viajam para pontos turísticos. Praias, serras, casas de familiares, cidades famosas, as pessoas vão para se distrair, para relaxar da cansativa rotina. Mas, enfim, essa época – que era para ser de tranqüilidade – pode até se transformar num caótico passeio, graças às péssimas condições das rodovias. Na BR-101, por exemplo, em alguns trechos, há a presença de muitos desníveis e buracos. A BR-452, que liga Belo Horizonte (MG) ao Triângulo Mineiro, está com o asfalto cheio de rachaduras provocadas pela chuva e pelo excesso de carga dos caminhões. Em Mato Grosso, o desafio é percorrer a BR-070 entre Cuiabá e Cáceres: são 200 quilômetros com muitos buracos. No Maranhão, a BR-135 (que liga o estado ao Piauí) tem o trânsito interrompido nos dias de chuva, entre os municípios de Dom Pedro e Presidente Dutra, por conta de um açude que alaga com facilidade. (Dados da rede Globo, de Dezembro de 2006, há 2 anos atrás).

A bebida e o volante - A Lei Seca

Como todos sabemos, a ingestão de bebida alcoólica implica em severos efeitos no organismo humano. De fato, a bebida alcoólica é depressiva, e induz ao sono. Em excessiva, sua atuação repercute negativamente no cérebro e no sistema nervoso central, dificultando movimentos que exigem habilidade e praticamente impossibilitando a coerência no volante. Como condutor de um veículo, o motorista deve saber que, ao dirigir após a ingestão de álcool, estará comprometendo não só a sua vida, mas o que é mais grave – a vida de outras pessoas. Desnecessárias demonstrações de bravura e irresponsabilidades como essa podem acabar em tragédias irreversíveis.

A Lei 11.705, conhecida popularmente por Lei Seca, propõe à nossa sociedade uma drástica mudança de hábitos e de costumes. Alterando o Código de Trânsito Brasileiro, o novo regulamento proíbe determinantemente o consumo de álcool antes da direção. As punições para quem desrespeitar a lei serão severas. Além de multa, estimada em R$ 900, o motorista poderá ter sua carteira suspensa por um ano.

O índice alcoólico pode ser verificado através de três testes. O bafômetro e o exame de sangue são os meios mais sensíveis para detectar certa dosagem de álcool no organismo. O exame clínico é menos comum, mas indica sinais de embriaguez como olho vermelho, alegria excessiva e falta de coordenação motora, por exemplo.



Todavia, o condutor do veículo pode se recusar a fazer o teste do bafômetro ou o exame de sangue. Ao tentar ser mais rigorosa com os motoristas irresponsáveis, a lei abriu caminho para a impunidade. Um levantamento comprova que cerca de 80 % que não se submeteram a nenhum exame para indicar a dosagem de álcool presente no organismo foram absolvidos pelos juízes.

Segundo a Polícia Rodoviária, a lei seca, em apenas um ano em vigor, já repreendeu mais de 14.000 motoristas embriagados. As internações por acidentes caíram em 23 %, comparadas ao semestre passado. As mortes caíram para um quarto do que antigamente eram.


A lei seca zela, acima de tudo, o bem comum, a segurança de todo o trânsito. Os condutores de veículo também precisam colaborar.


Mortes no Trânsito


O Brasil tem prejuízo anual de R$ 105 milhões com acidentes de trânsito. Custos que poderiam ser repassados a hospitais, escolas, segurança, dentre outros. Custos desnecessários, que provém de alguma falha humana na direção.


No Rio de Janeiro, constata-se que 41 % dos acidentes são causados pelo excesso de velocidade indevida no trânsito. Essas infrações podem corresponder, posteriormente, a gravíssimas conseqüências. O atropelamento, por exemplo. 36 % dos acidentes de trânsito cabem a este incidente. Na maioria das vezes, o atropelamento leva a vítima a severas condições. Se o carro estiver andando a 80 quilômetros por hora, a possibilidade de vida do atropelado será mínima. Vejamos, abaixo, as “origens” dos acidentes.

  • Falhas Humanas - 64%
  • Problemas Mecânicos - 30%
  • Má conservação de vias - 6%

Dentre as falhas humanas, destacamos:

  • Dirigir sob efeito de álcool e substâncias entorpecentes (50% dos acidentes)
  • Trafegar em velocidade inadequada
  • Inexperiência e falta de conhecimento
  • Falta de atenção e falha de observação

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Poluição Atmosférica

A emissão de gases tóxicos e material particulado na atmosfera tem crescido em quase todas as grandes aglomerações urbanas do mundo, afetando não só a qualidade local do ar, mas produzindo efeitos que se manifestam a grandes distâncias e a longo prazo.

Em meados do século XVIII, com a Revolução Industrial, houve um aumento significativo de poluentes atingindo a atmosfera. A queima do carvão, em cidades industriais, proporcionou o convívio do ser humano com o ar poluído e com todas as suas conseqüências. Atualmente, observa-se que a poluição não afeta somente ao ambiente. Além de produzir odores desagradáveis, diminuir a visibilidade, causar danos ao patrimônio histórico e provocar estragos à camada de ozônio e a própria biosfera da Terra, a saúde humana também é afetada.


Hoje em dia, quase todas as grandes cidades do mundo, como São Paulo e Cubatão (no Brasil), Cidade do México, Nova Iorque, Tóquio, dentre outras, não escapam desse caos ambiental e humano – a poluição do ar.


Como se gera a poluição? Qual é a relação da poluição com o trânsito?

As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas,elementos prejudiciais à nossa atmosfera. O envoltório gasoso da Terra é constituído essencialmente pelos gases oxigênio e nitrogênio. As substâncias anteriormente citadas podem proferir danos incalculáveis à nossa biosfera, em conseqüências não imediatas, mas que se agravam ao longo do tempo. As quantidades emitidas propriamente pela natureza não se comparam ao enorme prejuízo que o homem, sozinho, conseguiu fazer ao ambiente nos últimos anos. Os vulcões, por exemplo, produzem de 6 a 12 milhões de toneladas de dióxido de enxofre. Ácido sulfídrico, de 30 a 100 milhões de toneladas. Enfim, comparando-se as fontes naturais com as fontes que o homem criou, há uma enorme diferença. Entre as fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e siderúrgicas, um grande vilão da natureza aparece – o trânsito. E é esse ponto que nos interessa. A queima de combustíveis fósseis é a principal fonte de poluição atmosférica. Nas cidades, os automóveis são responsáveis por uma parcela considerável de emissão de poluente – estima-se que 45 % da emissão de monóxido de carbono provém do trânsito. Mas não só isso. Os gases produzidos pelos motores a explosão contém diversos poluentes: óxidos de nitrogênio e monóxido de carbono, derivados oxigenados dos hidrocarbonetos, partículas residuais da combustão, além de chumbo, até há pouco adicionado como antidetonante à gasolina. O homem, que conquistou o conforto, a modernidade, põe a vida de todo um planeta em perigo.

PRA DESCONTRAIR!


O Semáforo

E o que todos já sabem!
VERMELHO: PARE.
AMARELO: ATENÇÃO.
VERDE: ROTATIVO.



Placas de Obras

As placas de obras são semelhantes às placas de advertências.Constituem uma sinalização que informa ao usuário da via que esta está sendo reformada ou está interditada por motivos de segurança. Sua cor é laranja, com inscrições em preto.


Placas de Atrativos Turísticos

As placas de atrativos turísticos auxiliam turistas a encontrarem com menor dificuldade os pontos turísticos, como o próprio nome diz. São placas marrons que possuem inscrições em branco.








Placas Educativas

As placas educativas, como o próprio nome diz, têm como função lembrar os motoristas de seus deveres de educação e de responsabilidade no trânsito. São placas retangulares, com borda preta e interior branco, sendo as inscrições na cor preta.



Placas de Serviços Auxiliares

As placas de Serviços Auxiliares destinam-se a indicar onde se pode encontrar estabelecimentos como hospitais, restaurantes, posto de abastecimento, mecânico, dentre outros que sejam úteis ou necessários em decorrência de imprevistos nas estradas. São representados por placas azuis e brancas e com inscrições pretas (com uma única exceção).




Placas de Indicação

As placas de indicação destinam-se a indicar vias, locais de interesse, direções e destinos, de forma a orientar a localização, não impondo obrigações nem restrições. As placas são confeccionadas em tamanhos variados, normalmente retangulares, de fundo verde e inscrições em branco, fabricadas com Aço Carbono - chapa 18 com Vinil Refletivo.

Muitas pessoas incluem placas educativas, de serviços auxiliares e de identificação (de rodovias), mas no caso, separamo-nas e decidimos analisa-las em particular.





Placas de Advertência


As placas de advertência destinam-se a advertir previamente situações em que sejam perigosas, recomendando e alertando cautela. Como as placas de regulamentação, também são uniformes. São de forma quadrada, nas cores amarela e preta e sua posição é tal que suas diagonais ficam nas posições vertical e horizontal, formando a imagem de um losango.




  • Placas referentes a Curvas

  • Placas referentes a Cruzamentos

  • Placas referentes ao perfil

  • Placas referentes ao estreitamento da pista

  • Placas referentes ao sentido

  • Placas referentes a ferrovias

  • Placas referentes a perigo


Placas de Regulamentação

As placas de regulamentação destinam-se a conscientizar o usuário das condições, proibições, obrigações, ou restrições que este deve assumir em seu próprio uso de um acesso público, indicando mensagens imperativas, as quais deve-se obedecer, sendo que, se desrespeitadas, constituem infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro. As placas de regulamentação são uniformizadas, sempre representadas e caracterizadas nas mesmas condições. Elas são circulares, com exceção da placa de “Parada Obrigatória”, que é octogonal e a de “Dê a Preferência”, que é triangular. Têm o fundo branco, com ou sem tarja e borda em vermelho, sendo que os símbolos sempre são escritos em preto.


Placas

As placas que indicam sinais de trânsito se encontram ao lado ou suspensas sobre a pista, prestando claras e simples informações através de símbolos e de legendas já conhecidas e legalmente instituídas. Seu intuito, como dito anteriormente, é a de conduzir o tráfego em ordem e em segurança.

Essas placas são indicadas por cores distintas e “elaboradas” com diferentes dispositivos, os quais são decididos pelos fatores de velocidade de diretriz da via. Para sua confecção, utilizam-se materiais refletivos, que garantirão visibilidade noturna.

A sinalização gráfica vertical subdivide-se em outras várias sinalizações – mais claramente, espécies de placas. São elas – de regulamentação, de advertência, de obras, de serviços auxiliares, educativas e de indicação.

Sinalização


A sinalização da via pública exerce uma importante função ao trânsito. Impor regras, determinar limites e principalmente orientar seus usuários é uma questão fundamental para a segurança e para uma condução harmônica de nosso tráfego. Sintetizando um conceito, a sinalização corresponde a um sistema constituído por indicadores de controle, seguindo e se flexibilizando de acordo com convenções e padronizações, com objetivos de segurança, fluidez e ordenação do tráfego.

O Código de Trânsito Brasileiro, conhecido como CTB, dedica alguns artigos em seu texto ao esclarecimento de uniformizações referentes aos sinais de trânsito. Atualmente, utiliza-se no Brasil a sinalização estabelecida pelo padrão sul-americano, em resultado às atividades da Convenção Panamericana, realizada na capital colombiana (Bogotá), igualmente participada pelo nosso país e que entrou em vigor a partir de 1974. Dentre as indicações da CTB, foram observadas algumas conclusões.


  • A sinalização deve ser conclusivamente visível, disposta a uma posição estratégica e aparente a todos.

  • A sinalização deve ser legível, clara e de fácil entendimento, oferecendo informações em poucas palavras, símbolos ou legendas.

  • A sinalização, evidentemente, deve ser legível e visível não só ao dia, mas em qualquer horário, seja noite ou não.

  • Uma via pública pavimentada somente deve ser aberta quando estiver devidamente sinalizada.

O mesmo dispositivo decide que a sinalização deverá obedecer às especificações do Conselho Nacional de Transito, o CONTRAN. Ainda assim, há no texto algumas determinações que auxiliam a formação de normas e de outras regulamentações. Por exemplo, as formas em que a sinalização pode aparecer. Segundo a CTB, a sinalização pode ser estabelecida através da:


  • Placas (sinalização gráfica vertical)

  • Marcas e outros dispositivos (sinalização gráfica horizontal)

  • Luzes (sinalização luminosa)

  • Gesto (do agente da autoridade e do condutor de veículo)

  • Sons (do agente da autoridade e do condutor do veículo)

  • Marcos
  • Barreiras
  • Sinalização viva

Carteira Nacional de Habilitação

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) é o documento nacional do Brasil que atesta a aptidão de um cidadão para dirigir no trânsito. Ela é de porte obrigatório para todos os motoristas. Apresenta fotografia e os números dos principais documentos do condutor. Antigamente era conhecida por PGU, e não continha tantas informações a respeito do condutor. Para se ter idéia, as PGUs não tinham fotografias muito menos elementos meticulosos. As PGUs não serviam como carteira de identidade, como hoje servem as CNHs. O candidato à obtenção da CNH deve preencher os seguintes requisitos:

  • Ser maior de 18 anos

  • Saber ler e escrever

  • Possuir carteira de identidade ou o equivalente

Centro de Formação de Condutores

O Centro de Formação de Condutores (CFC) representa, em termos atuais, a designada “autoescola”. O Código de Trânsito Brasileiro determinou essa “mudança” a partir de 1997, ano de sua publicação. Refere-se a todas empresas prestadoras de serviço que, ao cidadão, objetivam oferecer a habilitação para que este (o cidadão) tenha condições mínimas para poder conduzir um veículo. Ao se propor à Primeira Habilitação, o candidato precisa presenciar, no mínimo, 45 aulas teóricas e 20 aulas práticas para cada categoria na qual deseja se habilitar, sendo que cada aula deverá ter 50 minutos de duração. As aulas, rigorosamente cobradas, podem ser “comprovadas” através da biometria digital.

Segundo o CONTRAN, Conselho Nacional de Trânsito, o objetivo desses centros é “[...] a capacitação teórico/prática de condutores de veículos automotores”. Sendo assim, as CFCs não se aplicam somente aos cidadãos inabilitados. Destina-se, também, à reciclagem do infrator (carteira marcada por 19 infrações), transporte de cargas perigosas, transporte de passageiros, dentre outros. Por isso que o Código de Trânsito Brasileiro propôs a “mudança” da palavra autoescola.

A educação no trânsito

A educação no trânsito é uma questão fundamental. Saber respeitar, esperar, obedecer. São conceitos simples, mas muito úteis no trânsito. São conceitos que se aprende em casa, não se aprende em cursos especializados. Entretanto, é importante, para nossa pesquisa, informar-se sobre o centro que especializa e dá a permissão para o condutor do veículo dirigir.

O que é trânsito?

Trânsito é a movimentação de pessoas em avenidas, ruas ou rodovias, por meio de veículos como automóveis, animais ou até mesmo a pé. Devemos, diariamente, cumprir nossos horários, nossos compromissos e nossas respectivas rotinas. Portanto, é inegável a importância que o trânsito exerce em nossas vidas. Dependemos dele para irmos ao trabalho, ao hospital, ao mercado, ao banco. Em todos os momentos, é ele o artifício usado para que possamos nos locomover. E, ter esse poder de flexibilidade, de poder ir para onde desejar, assume uma evidente estima.




Oi Pessoal, tudo bem?
Aqui no nosso blog vocês poderão interagir com o nosso Trabalho Interdisciplinar 2009.
Postaremos vídeos e textos referentes ao assunto Trânsito.
Um abraço do grupo TRANSITANDO LEGAL. (: